Temporada de Balanços: P&G fecha o ano fiscal com vendas orgânicas 3% maiores

A norte-americana Procter&Gamble divulgou vendas de US$ 84,2 bilhões para o seu ano fiscal de 2013, encerrado no mês de junho. O resultado é 1% superior ao mesmo período do ano passado, considerando um impacto negativo de dois pontos percentuais por conta do impacto negativo do câmbio no período. Organicamente, as vendas cresceram 3%. "A empresa cumpriu os seus objetivos para o quarto trimestre e o ano fiscal", disse o CEO, AG Lafley, recrutado para voltar ao comando da empresa em maio último, para assumir o lugar de Bob McDonald, executivo que o sucedeu no comando da maior empresa de bens de consumo do planeta. "Com um foco primordial na criação de valor, vamos fortalecer e acelerar os planos de produtividade. Vamos continuar a fazer investimentos nas principais marcas, nossas maiores oportunidades de inovação e, em nosso núcleo de mercados desenvolvidos e os mais promissores mercados em desenvolvimento. Em tudo o que faremos, vamos manter o foco em vencer com consumidores, clientes e acionistas".

Todos os segmentos apresentaram crescimento de vendas orgânicas.Para o ano fiscal de 2014, a P&G espera que o crescimento orgânico das vendas fique na faixa de 3% até 4% frente ao crescimento do mercado global (na média das categorias em que atua) estimado em cerca de 3,5%. O crescimento reportado deve ser entre 1% e 2%, já prevendo um impacto negativo do câmbio de 2%.

No 4º trimestre fiscal, encerrado em junho, a divisão de beleza da P&G, viu as vendas avançarem 1%, para US$ 4,850 bilhões. Organicamente o avanço foi de 3%.
De acordo com a empresa, as vendas das marcas de cuidados com os cabelos, como Pantene e Head&Shoulders, caíram, já que o crescimento do volume foi mais que compensado por ajustes de preços para baixo e câmbio desfavorável. Nas categorias de higiene pessoal, as vendas tiveram alta de um dígito, com o forte crescimento e a inovação em produtos pessoais de limpeza, cosméticos e desodorantes. Já em pele, onde opera com marcas como Olay e SK-II, as vendas caíram em relação ao ano anterior devido a altos níveis de atividade promocional dos competidores. A P&G Prestige, que congrega as marcas de luxo da companhia, viu as vendas avançarem um dígito médio, impulsionado pela inovação. Para todo o ano fiscal, as vendas de beleza somaram US$ 19,956 bilhões, uma queda de 2% na comparação com o ano fiscal anterior.
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